sentimento uma coisa tão pessoal, uma coisa que cada um sente, mas que tem medo de dizer... Sozinho, sofre e chora, sem refúgio sangra, deixa a lágrima rolar, quanto é o preço do seu amor? Por quanto você se venderia? È tão difícil assim andar sem tropeçar, me vejo aquela criança, que dá dois passos e cai no chão, rala os joelhos e chora, chora muito, na esperança de vim alguém superior e lhe levantar daquele abismo que si próprio jogou.
Porém, depois de um tempo ninguém aparece, ninguém ouve os gritos, e você passa a descobrir que é capaz de se levantar sozinha, a criança cresce a partir do momento em que se vê só, cresce quando tem que se cuidar, sem ajuda, sem direção, você cresce quando se levanta você cresce quando sorri, quando se olha no espelho e diz “estou viva”, é nesse momento que você cai.
Sim, você cai. Novamente, você se machuca você não é auto-suficiente, você é uma criança lembra? Lembra quando você caiu pela primeira vez? Imaginei que não lembrasse, pois é você se levantou, mas lembra porque você caiu agora? Não foi um tropeço, não foi uma partida de bicicleta mal dada, foi seu coração, ele te derruba a cada segundo, a cada minuto, a cada dia, ele te derruba cada vez mais e o pior disso tudo... Você deixa.
(AnaCarollinedeAndradeFernandes;avilam.blogspot.com)
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